Estaria o Flash à beira da morte?

Abril 26th, 2010
Adobe Flash

Adobe Flash Player

Mesmo que você não seja da área web já deve ter ouvido falar na tecnologia da Adobe chamada Flash. Trata-se de um recurso muito usado para animações em websites. Alguns sites são feitos inteiramente em Flash.

O Flash se popularizou e se difundiu na internet há alguns anos por ser uma forma interessante para se criar websites mais atrativos visualmente, utilizando-se animações e vídeos, e por ser um software de fácil manipulação. É muito comum encontrarmos clientes que pedem que se desenvolva sites em flash, por ter se impressionado com algum trabalho que viu no site de outra empresa. Natural. O flash de certa forma aproxima o ambiente web de algo com o qual todos estão mais acostumados e à vontade: a interface de TV ou vídeo. As animações, efeitos e transições impressionam visualmente, quando bem feitas.

Mas de um tempo pra cá o Flash tem perdido sua força. É comum entre os profissionais da área, encontrar quem literalmente odeie o Flash. Artigos e textos técnicos se espalham pela internet, com críticas ferozes. Mas por que tudo isso? Bom, entre as diversas críticas, podemos realmente levar em consideração duas delas.

Primeiro, o todo-poderoso Google não se dá muito bem com a tecnologia Flash.  Sites em Flash encontram problemas na indexação do buscador e por isso acabam sendo prejudicados nos resultados de busca.

iPhone

iPhones e iPads não exibem o Flash

Segundo, os super cobiçados gadgets e celulares da Apple (como o iPhone e o iPad) não reconhecem o Flash, e simplesmente não exibem seu conteúdo.

Nessa briga contra 2 gigantes, está ficando cada vez mais difícil pro Flash. Ele ainda tem força e presença na rede por já estar muito disseminado, mas vai cada vez perdendo mais adeptos. Será que a tecnologia da Adobe vai conseguir se reinventar e sobreviver?

A importância de um bom Briefing

Abril 23rd, 2010

O mundo da publicidade é cheio de termos e tecnicismos. Normalmente palavras em inglês, usadas para rebuscar os textos técnicos. As pessoas adoram usar palavras em inglês. Publicitário especialmente. Algumas vezes por falta de termos em português que sirvam a aquele propósito específico, outras vezes só para parecer mais importante mesmo.

Um desses termos, em especial, é de vital importância para que todo trabalho nessa área seja bem feito. Trata-se do briefing.

Briefing vem do verbo to brief que quer dizer: resumir.

Briefing é, portanto, um resumo.  Conjunto de dados fornecidos pelo anunciante para orientar a sua agência na elaboração de um trabalho de propaganda.  Relatório em que são colocados os dados necessários para elaboração de uma campanha de comunicação.

Toda campanha, ação de marketing, plano ou peça de comunicação deve ser iniciada com uma conversa entre a agência contratada para desenvolver o trabalho, e o cliente. Esta conversa é essencial para que os profissionais de criação possam conhecer o trabalho do cliente, suas vantagens e pontos fracos, e assim desenvolver o trabalho criativo focado nas necessidades, e realçando os pontos fortes do cliente.

Podemos dizer que, para criar a peça ou campanha, os profissionais da agência precisam conhecer quase tanto da empresa quanto o próprio cliente. Só assim será possível fazer um trabalho que vá de encontro às expectativas  da empresa, e sugerir ações que atendam às necessidades do mercado no qual estão inseridos.

É justamente por esse motivo que toda agência possui (ou deve possuir) um profissional, qualificado no atendimento ao cliente, que irá atuar neste primeiro momento, conversando, fazendo muitas perguntas e coletando dados que são essenciais para o trabalho que será feito.

Mas é claro que este profissional não terá sucesso sem a colaboração expressiva do próprio cliente. Parece contraditório mas muitas vezes é o que acontece. O empresário contrata uma empresa para desenvolver um trabalho, e, muitas vezes atarefado demais com os afazeres da administração de seu negócio, espera que tudo se resolva magicamente, e acaba por não fornecer as informações e material necessários para que a agência possa fazer um trabalho sólido e eficiente.

Podemos ver uma citação excelente sobre o que é Briefing de Cezar Calligaris.

“O briefing é o começo de tudo. Ele traz as informações que as equipes da agência que não têm contato direto com o cliente precisam para desenvolver qualquer trabalho. E, por isso, um bom briefing dá trabalho para fazer. Primeiro para o cliente, que tem que saber exatamente o problema que a agência precisa resolver e fornecer as informações que ela vai necessitar para isso. Depois para a equipe de atendimento, que precisa reunir o máximo de informações e passá–lo corretamente para as outras equipes.”

Como podemos ver, o sucesso ou fracasso de um trabalho de comunicação depende diretamente de um briefing bem elaborado.

É  notório entre os profissionais da área, a lendária “briga” entre os profissionais responsáveis pelo atendimento, e os responsáveis pela criação. De um lado o atendimento, que tem que ter o jogo de cintura necessário para saber lidar com diversos tipos de clientes, e “arrancar” deles o máximo de informação possível. Do outro os criativos, que precisam de informação de qualidade, e em quantidade suficiente, para poder realizar um bom trabalho, e esperam receber isso do atendimento. Como nem tudo é perfeito, aliás, quase nunca é, os dois profissionais estão sempre nesse embate de forças dentro da agência. O atendimento cobra o trabalho de qualidade da criação, e a criação cobra informação de qualidade do atendimento.

No blog Piores Briefings do Mundo, podemos ver de forma nítida e bem humorada, este embate. Vale a visita e boas risadas.

Concurso de Cartazes para Bienal Brasileira de Design 2010

Abril 22nd, 2010

Texto original da ABC Design

Bienal Brasileira de Design 2010 está convocando estudantes para o concurso de cartazes “Sustentabilidade: e eu com isso?”, com curadoria de André Stolarski e e Rico Lins.

O concurso vai ter um formato bem diferenciado. Na primeira fase, os interessados devem enviar para os curadores as descrições das ideias para os cartazes, junto com seu currículo e portfólio básicos. Junto a isso devem ir, em PDF, tudo que o participantes considerar importante para a compreensão do seu projeto: textos, imagens, rascunhos, layouts, etc. (No blog há um link com o regulamento e um canal de contato com os curadores para se tirar dúvidas…)

Lins e Stolarski vão escolher as dez melhores propostas, que poderão ser transformadas em cartazes na segunda fase do concurso, em um workshop os dois designers. Esse workshop acontece durante o N Design 2010, entre 11 e 18 de julho, em Curitiba. Quem for classificado para o workshop terá suas despesas custeadas pela organização (ou seja, ganha uma viagem, um workshop e ainda a chance de ter seu trabalho na Bienal Brasileira de Design…).

A dica para a apresentação das propostas é ir além de apenas questões visuais, mas instigar questionamentos com seus cartazes sobre o que é a sustentabilidade, o que não é, quais os critérios, como os cidadãos estão envolvidos…

Uma boa fonte de inspiração é o GOOD 50×70, um concurso de cartazes que engloba todos os aspectos da sustentabilidade: ambientalmente responsável, economicamente inclusivo e socialmente justo.

Fonte: Design on the rocks

Olá, mundo!

Abril 16th, 2010

Bem-vindo ao novo Blog da Pontoart. Pretendemos usar este espaço para divulgar novidades da agência e notícias em geral sobre tecnologia, web, publicidade e cinema. Fique ligado!